Quando o lobo uiva, traz consigo hordas de espíritos guerreiros dos antigos. O frio traz a agradável tristeza, o silêncio.
Hordas do sul marcham para a guerra. O reluzir das armaduras das valquírias formam a aurora no horizonte boreal. Uivos bravejantes dos guerreiros lobos. Bravos guerreiros.
Ao norte, o inimigo que vem de lugar nenhum. O inimigo que cresce em meio aos lobos. Que se alimenta da lupina sabedoria.
O infinito se torna estreito quão grandiosa é a horda dos lobos guerreiros. A lua de inverno que se vai conforme a valquírica aurora se aproxima. De repente, o cataclísmico sopro demiurgico levanta os entes que ali estavam perdidos.
Em formação, liderados pelo portador da luz, os lobos austrais partem em frenesi para o inimigo.
A funérea lua que anuncia o inverno se esconde por trás do oceano. As valquírias se aproximam cavalgando pelos céus escarlates. O gélido vento que exala das montanhas frias trazem consigo a vitória.
No fértil solo jaz os corpos traidores dos antigos espíritos, e dos guerreiros leais que lutaram até a morte vir ceifá-los. Porém, conquistam, além da vitória iminente, seus lugares no Valhala, pois a marcha das valquírias desce dos céus e carregam suas emanações até o palácio dos deuses.
No horizonte boreal, o arrebol se ofusca pelo brilho das armaduras valquíricas. O vórtice do extremo cosmos abre passagem para os heróis desse Tempo.
Mas a guerra só começou....


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